Terça-feira, 10 de Abril de 2007

Adoração em um grupo caseiro

por Brent Helming

Como muitos de vocês, eu comecei minha jornada de líder de louvor em um grupo caseiro. Eu ainda me lembro do pânico da primeira vez. Nós éramos mais ou menos vinte pessoas na sala de uma casa. Eu tenho certeza de que havia um ar-condicionado ligado, mas eu suava intensamente. O pastor deste culto caseiro, Don, orou para iniciarmos o encontro e então me fez um sinal para que eu continuasse. Mais suor correu pela minha face, enquanto eu pegava o violão com tanta força que pensei que fosse quebrar. De alguma forma eu consegui fazer o primeiro acorde, então o próximo. Depois de um tempo eu me atrevi a abrir os olhos. Eu mal podia acreditar, todos estavam adorando. Era a visão mais maravilhosa que eu já havia tido. Ao contrário do que muitos podem pensar, liderar o louvor em um grupo caseiro envolve mais coisas do que simplesmente um violão nas mãos de alguém (ou uma pessoa sentada ao piano), tocando algumas canções.

Desde aquela primeira noite, eu aprendi muitas coisas sobre preparar e liderar o louvor. Minha esperança é que os próximos parágrafos tragam algumas ferramentas necessárias para que você seja um ótimo líder de louvor em grupos caseiros. Eu vou começar falando sobre tópicos mais amplos e depois chegaremos aos detalhes mais específicos.

ENTENDENDO AS DIFERENÇAS

Liderar o louvor em um grupo caseiro significa liderar um número menor de pessoas, o contrário de uma congregação completa. Eu entendo que esta é uma afirmação incrivelmente óbvia, mas entendermos a diferença das dinâmicas entre o louvor congregacional e caseiro é essencial.Uma importante dinâmica que devemos ter em mente é o nível de participação. Em um grupo menor teremos (provavelmente) menor participação vocal. A razão é primeiramente numérica. Vamos comparar uma congregação de 100 pessoas com um grupo caseiro de 10. Em cada um destes grupos vai haver uma certa quantidade (digamos 15%) de pessoas que não sabem cantar, então eles não cantarão. Somados a estes, existe alguns outros (mais 15%) que não entendem o que é adorar, e por isto eles se tornam espectadores, e podem não cantar. Depois podemos ter um outro grupo (talvez 10%) que entendem o coração da adoração, mas são muito introspectivos para cantar. Isto nos deixa com aproximadamente 60% do grupo, estes vão adorar e cantar. Se aplicarmos este número ao cenário da congregação de 100 pessoas, teremos aproximadamente 60 adoradores (nada mal). No entanto, em um grupo de dez, teremos somente 6 almas corajosas para cantar. Obviamente, esta não é uma regra rígida, mas nos ajuda a criarmos uma expectativa mais realista da participação em nossos grupos.Termos uma expectativa realista do nível de participação do nosso grupo na adoração, é importante por diversos motivos. Isto vai lhe ajudar:

1) Escolha músicas apropriadas. Se por acaso seu grupo tem um nível baixo de participação, então não escolha canções que demandam a presença de um grupo grande. Ao contrário, use as canções que fluem melhor em momentos de intimidade.

2) Não se entregue à frustração. Alguns líderes ficam frustrados pela pouca participação. Pare e pense sobre o que realmente está acontecendo em seu grupo. Talvez você tenha somente 11 pessoas cantando, mas se seu grupo for de 20, então mais da metade está envolvida.

O FATOR INTIMIDADE

Como já disse anteriormente, estar em um grupo caseiro implica que haverá menos pessoas envolvidas. Os grupos deste tipo com os quais eu já me envolvi, variavam entre oito e trinta pessoas. Esta condição cria automaticamente uma atmosfera de intimidade que pode ser ameaçadora a algumas pessoas, e até impedi-las de se abrirem para Deus e e/ou aos outros. Esta atmosfera de intimidade também pode fazer com que as pessoas estejam relutantes em cantar mais alto, porque podem soar mal e serem ouvidas por outros.Uma maneira de vencer o fator 'intimidade' é dar às pessoas tempo para se sentirem seguras dentro do grupo. Seja paciente, já que isto pode levar alguns meses. Na verdade, muitas pessoas chegam aos grupos com feridas físicas, espirituais e emocionais que precisam, desesperadamente, ser tocadas pelo Pai.No entanto, vai levar um tempo até que todos sintam segurança e confiança, quando o ministério pode ser mais efetivo e prático.

Um dos frutos deste sentimento de segurança, é que as pessoas vão se expressar com mais liberdade durante a adoração. Lembre-se que a adoração é uma experiência de grande intimidade e um momento quando estamos muito vulneráveis. O nível de liberdade e aproveitamento dos momentos de louvor crescerão sensivelmente quando as pessoas puderem confiar naqueles que estão ao seu redor.

DICAS E DETALHES

O poder da oração

A ferramenta mais importante que um líder de louvor tem a sua disposição quando se prepara para liderar outros, é a oração. Há três áreas específicas que eu enfatizo quando estou orando sobre o louvor. A primeira é que eu seja sensível para escolher as músicas adequadas. A oração é a via principal para que eu determine quais as canções serão cantadas. Vou falar mais sobre escolha de músicas depois.

Outra área de oração importante para os líderes de louvor, é pedirmos a Deus que nos mostre as necessidades específicas do grupo. Nossas igrejas, e conseqüentemente, nossos grupos caseiros, estão cheios de pessoas que precisam de uma intervenção direta da graça e misericórdia de nosso Senhor em suas vidas. A adoração é uma das principais formas que Deus usa para ministrar à sua noiva. Portanto, a necessidade de estarmos afinados com as idéias de Deus e não com as nossas, é algo vital na adoração.

O terceiro ponto de oração, é o desejo de viver um estilo de vida de adoração e simplicidade. A adoração é mais do que simplesmente cantarmos grandes músicas que nos fazem pensar sobre Deus e nosso relacionamento com Ele.

A ADORAÇÃO ENVOLVE TODO UM ESTILO DE VIDA.

Na cultura Hebraica, cada ser humano (corpo, alma e espírito) era considerado como algo completamente interligado, unido e indivisível. Portanto, o ato da adoração era entendido como algo que envolvesse todo o corpo (não passivamente), e englobasse todos os aspectos da vida de alguém. Quando eu oro, peço que Deus me ajude a viver uma vida de adoração a cada dia, não somente quando eu estiver liderando o louvor, e que eu sempre tenha em mente a ordenança de Col. 3:15-17, '...tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus...'.

VOCÊ NÃO É O CENTRO

Em I Pedro 5:6 lemos: 'Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte'. Humildade é uma ordem absoluta para qualquer um que deseja liderar o louvor de forma efetiva. O coração da adoração é Jesus nosso Rei. Liderar o louvor é servirmos àqueles que estamos liderando, permitindo que eles vejam o autor e consumador de nossa fé. Não é o lugar de fazermos o que nós (líderes) queremos! Eu recebi muita ajuda das sugestões que veremos a seguir, para manter minha atenção no coração de Deus por seu povo, e me proteger de estabelecer minha própria vontade no louvor:

1) Não escolha suas músicas favoritas para montar um período de louvor. (Compositores, cuidado para não escolherem somente suas músicas). Tenha certeza de que as músicas escolhidas vão comunicar o que está no coração de Deus, mesmo que você não goste tanto daquela canção.Seguindo este mesmo raciocínio, não se esqueça de tocar em um tom que a maioria das pessoas consigam cantar. Isto pode ser diferente dependendo do grupo, mas geralmente os únicos homens que conseguem cantar as músicas tocadas nos tons de 'E'(mi) e 'G'(sol) são os tenores. Eu tenho percebido que as canções em 'C'(dó), 'D'(ré) e 'F'(fa) funcionam muito bem em grupos caseiros, onde a força de uma banda completa e as muitas vozes não estão presentes.

2) Verifique se o seu planejamento para o louvor se encaixa com a expectativa do pastor ou líder do encontro. Eu não estou dizendo que alguém deve aprovar todas as músicas com antecedência. Mas, estar conectado com o responsável (ou aquele que vai pregar/dirigir) antes do início vai dar a segurança de que você entendeu mais daquilo que Deus deseja fazer naquela reunião. Pode servir como um ponto de checagem e equilíbrio para você.

USANDO O REPERTÓRIO ESCOLHIDO

Umas das perguntas mais freqüentes que me fazem sobre liderar o louvor é: 'Eu devo usar uma lista de músicas, ou devo tentar seguir o fluir?' Minha resposta é: Sim, você deve usar a lista!Eu creio que é importante separar um tempo para planejar quais as canções serão tocadas. Minha experiência me ensinou que se eu procuro ser diligente em buscar o coração de Deus, então as músicas que escolho normalmente atingem o alvo desejado. Pode acreditar, é bem melhor seguir uma lista pré-estabelecida, do que ter de lidar com o stress de escolher a música adequada depois que a coisa já decolou. Porém, é verdade que eu já me peguei em situações quando senti claramente, que a canção seguinte da minha lista ou era inapropriada para o momento, ou não parecia se encaixar com o que estava acontecendo. É neste momento que devemos seguir o fluir. Se realmente queremos dirigir o louvor seguindo o coração de Deus e não o nosso, então algo que precisamos aprender é deixarmos o Espírito Santo intervir e mudar a direção daquele momento. Porque nesta vida, nós somente ...veremos em parte... o coração de Deus para as situações. Agora tenho algumas sugestões que podem lhe ajudar a 'seguir o fluir':

1) Não entre em pânico. É bem mais fácil ouvir a voz de Deus se você não estiver desesperado. Sinta-se encorajado, e lembre-se que Deus é por você. Ele deseja que você consiga fazer um bom trabalho na liderança do louvor, e será fiel em lhe dar as instruções necessárias.

2) Tenha sempre várias canções alternativas prontas para serem usadas. Tenho experimentado que estas músicas podem acabar servindo muito bem. Outra forma de selecionar músicas alternativas, é manter uma cópia de meu repertório atual (aproximadamente 100 títulos de músicas e o tom em que normalmente toco cada uma) colado no corpo de meu violão, onde posso ver. Desta forma eu posso fazer uma diferente escolha somente com uma rápida olhada. Este pequeno truque tem sido um grande amigo. Também me ajuda a evitar o embaraço de não saber qual será a próxima música.

3) Não crie o hábito de liberar um momento de cânticos espirituais ou espontâneos, somente porque você não sabe o que fazer. A maioria das vezes que fiz isto acabei criando um momento 'patético' e não 'profético'. A chave para isto é, não tenha medo de ficar em silêncio e esperar por uma direção de Deus.

PEQUENO NÃO É SINÔNIMO DE INSIGNIFICANTE Eu gostaria de deixar uma última palavra de encorajamento nesta sua jornada através do louvor em grupos caseiros: Pequeno não é sinônimo de insignificante. Liderar o louvor em uma casa não é inferior a liderar diante de uma congregação. Não é menos digno ou honrável liderar em um grupo caseiro do que liderar em um santuário com palco. Aos olhos de Deus, o número de pessoas no grupo que você está liderando é insignificante. O que interessa para Ele é nossa obediência em segui-lo e servirmos Sua noiva. Infelizmente, nós acabamos muitas vezes, dando mais atenção para coisas que atraem mais atenção e glamour para nós mesmos. Não caia nesta armadilha.


Brent está envolvido com liderança de louvor e pastoreamento desde 1991. Atualmente ele é o líder de louvor da igreja Vineyard em San Diego CA. Ele participou da gravação dos CDs: Jesus Lead On e Mercy.Ele é casado com Patty e eles têm um filho chamado Brian.

publicado por Antonio Francisco às 03:27
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Sábado, 7 de Abril de 2007

Características de uma célula forte

Existem três princípios espirituais que são tão básicos e fundamentais que são a chave para o crescimento de qualquer pessoa em qualquer circunstância, seja na célula, na vida espiritual, profissional, etc. Esses três princípios são: compromisso, disciplina e relacionamento.

O primeiro princípio é o compromisso. Todo crescimento começa com compromisso. Nós nos tornamos semelhantes a aqueles com quem nos comprometemos. No casamento, os cônjuges se tornam parecidos depois de algum tempo, por causa do compromisso. Nossa Igreja será conhecida pelo nível de compromisso que tivermos como membros. Um líder precisa se comprometer com Deus e com o Seu propósito se deseja ver sua célula se multiplicando. Uma célula comprometida com Deus e com a Igreja vai se multiplicar com certeza.

“Porque de vós repercutiu a palavra do Senhor não só na Macedônia e Acaia, mas também por toda parte se divulgou a vossa fé para com Deus, a tal ponto de não termos necessidade de acrescentar coisa alguma” (I Ts 1.8).

Jesus exige compromisso dos Seus discípulos. Não podemos seguir a Jesus sem compromisso. Precisamos ter compromisso com Deus em primeiro lugar, mas devemos ter também compromisso com a Igreja, com os líderes, com uma visão e com os irmãos.

O segundo princípio é a disciplina. Os hábitos são formados pela disciplina e repetição durante um certo tempo. Depois que os hábitos são formados eles dificilmente são removidos.

Os hábitos são também chamados de disciplinas espirituais. Elas são muitas, mas podemos resumi-las em três grupos: precisamos colocar Deus em primeiro lugar em nosso tempo (Mc 1.35); dinheiro (I Co 16.2); e relacionamento (Hb 10.25).

Uma célula onde as pessoas procuram a disciplina nessas áreas invariavelmente deverá se multiplicar.

O terceiro princípio básico de crescimento são relacionamentos corretos. Nossa personalidade é formada pelo nosso relacionamento com nossos pais e irmãos. O mesmo acontece na vida espiritual; nós crescemos quando nos relacionamos com pais e irmãos espirituais.

Costumo dizer que todos nós precisamos em nossa vida de um Paulo, de um Barnabé e de um Timóteo. Paulo aponta para o nosso discipulador, aquele que fala em nossa vida. Barnabé é aquele que caminha conosco, é o nosso companheiro de jugo. Timóteo é o nosso filho na fé, nosso discípulo.

Todos nós precisamos de um pai espiritual a quem possamos imitar, mas também de um irmão que possa caminhar conosco. Todavia, o crescimento só se completará quando eu tiver um filho espiritual.

A partir desses princípios podemos estabelecer uma célula saudável. Célula saudável é aquela que possui um compromisso firme, que caminha de forma disciplinada e se relaciona entre si e com Deus dinamicamente.

Além disso queremos enfatizar ainda alguns pontos cruciais:
1.Ela possui um líder forte – Líder forte não é aquele que possui um dom de evangelista, ou que possui uma personalidade carismática, ou uma formação educacional superior. Líder forte é aquele que ora, jejua, se alimenta da Palavra e se enche do Espírito. A vida de oração do líder é o fator mais importante para a saúde e a multiplicação da célula. Líder forte é aquele que é determinado e perseverante.

2.Nela, todo o grupo é mobilizado para o serviço – O trabalho na célula é um trabalho em equipe. Quando todos exercitam seus dons a célula cresce saudável e se multiplica. Numa célula saudável a pescaria é feita em grupo. Seus membros usam a rede (esforço coletivo), em vez de anzóis (esforço individual). Quanto mais o grupo estreitar seus vínculos de amor e amizade, mais forte ele será!
Enfatize os objetivos do grupo: oração, comunhão, edificação e multiplicação.

Nesta primeira fase, a ênfase maior deve ser dada à comunhão. Estabeleça e monitore junto com o líder os eventos de comunhão.

Seria apropriado você fazer um treinamento para demonstrar o nosso padrão de reunião de célula, realçando cada parte da reunião e mostrando a importância e necessidade de cada uma.

Deixe claro, desde o início, os objetivos do grupo e o paradigma da igreja: ganhar, consolidar, treinar e enviar.

Fonte: Videira
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publicado por Antonio Francisco às 23:34
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Como começar uma célula

A primeira fase de uma célula normal é a comunhão. É uma das mais importantes e precisa ser estabelecida apropriadamente. Nesta fase, que dura em torno de um mês, pelo menos quatro passos devem ser dados (cada um deles numa região):
Convergir expectativas
Estabelecer o alvo
Reafirmar a visão da Igreja
Estabelecer os pactos do grupo

1.Convergir expectativas – Ao iniciar-se uma célula, logo na primeira reunião, o líder deve explicar aos membros o seguinte: o que é e como funciona uma célula. Cada membro precisa saber qual é a dinâmica da reunião e o que se espera dele. Além disso, é bom esclarecer-lhes sobre o que não é uma célula para que ninguém tenha expectativas erradas.

2.Estabelecendo o alvo – Na segunda reunião, o líder deve expor de forma bem clara, os quatro objetivos da célula: comunhão, edificação, serviço e multiplicação. Também deve ser definida a data da multiplicação do grupo. Quando os membros da célula são previamente informados sobre os objetivos, uma de duas coisas acontece: ou eles se comprometem e se motivam mais, ou abandonam o grupo.

3.Reafirmando a visão da Igreja – Cada membro da célula precisa ver Lagoinha como parte do Corpo, a célula como parte de Lagoinha e ele próprio como parte da célula. Aí está a razão de nossa existência. Por isso, reafirmamos: “Somos uma Igreja em Células. E tudo quanto fazemos, fazemos a partir delas”. Além disso, procuramos manter um equilíbrio entre a reunião da célula e a reunião de celebração. Todo membro deve participar dessas duas reuniões, pois delas origina a trilha de crescimento em Lagoinha: Consolidação – Encontro – Batismo – Escola de Líderes – Auxiliar de Célula – Líder de Célula – Discipulador – Pastor.

O pacto das células – O nosso crescimento espiritual depende de três coisas: compromisso, relacionamentos e disciplina. Sem compromisso e sem alianças não podemos edificar verdadeiramente a Igreja. Sem compromisso mútuo, a célula não pode existir. Mostramos nosso compromisso com Deus, quando temos compromisso com os nossos irmãos. Os pactos devem ser firmados e relembrados, freqüentemente, pelo líder nas celebrações da Ceia.

O Pacto de amor incondicional (Colossenses 3.4-15)
“Eu escolho amar vocês, edificá-los e aceitá-los, não importa o que digam ou façam. Eu escolho amá-los do jeito que vocês são. Nada do que fizeram ou venham a fazer poderá me impedir de amá-los. Posso não concordar com suas ações, mas vou amá-los como pessoas e fazer tudo para suportá-los, na força do amor de Deus que habita em mim”

O pacto da honestidade (Efésios 4.25-32)
“Eu não vou esconder como me sinto a respeito de vocês. Contudo, pelo Espírito Santo, procurarei conversar francamente com vocês, de modo amoroso e perdoador, para que nossas frustrações mútuas não se transformem em amargura. Comprometo-me a ser sincero e honesto com vocês, pois sei que, quando falamos a verdade em amor, é que crescemos em tudo, naquele que é o cabeça, Cristo” (Efésios 4.15). Empenhar-me-ei para expressar esta honestidade de maneira sincera e controlada”.

O pacto da transparência (Romanos 7.15-25)
“Prometo empenhar-me para ser uma pessoa mais aberta e compartilhar meus sentimentos, minhas lutas, minhas alegrias e minhas dores com vocês da melhor maneira possível. Eu farei isso, porque sei que, sem vocês, não irei muito longe. Digo isto para afirmar o valor que vocês têm para mim, como pessoas. Em outras palavras, eu preciso de vocês!”

O pacto da oração (II Tessalonicenses 1.11,12)
“Eu faço um pacto de orar regularmente por vocês, pois creio que é isto que o nosso amado Pai deseja: que oremos uns pelos outros para que todos sejam supridos em suas necessidades. Participarei ativamente de quaisquer circunstâncias pelas quais vocês estejam passando, ajudando a cada um a levar o seu fardo”.

O pacto da sensibilidade (João 4.1-29)
“Assim como desejo ser ouvido, conhecido e compreendido por vocês, do mesmo modo farei tudo ao meu alcance para ouvi-los, conhecê-los e compreendê-los. Também prometo ser sensível tanto a vocês quanto às suas necessidades e esforçar-me para livrá-los do abismo, do desânimo e do isolamento. E, com esse propósito, recusar-me-ei a dar-lhes respostas simplistas para as situações difíceis nas quais vocês se encontrarem”.

O pacto da disponibilidade (Atos 2.47)
“Aqui estou, se precisarem de mim! Tudo o que tenho – tempo, energia, entendimento, bens, etc. – está à disposição de você, até o limite dos meus recursos. Dou todas estas coisas a vocês, sem quaisquer outras exigências”.

O pacto de ser confiável (Provérbios 10.19; 11.9,13; 12.23; 15.4; 18.6-8)
“Prometo manter em segredo tudo o que for compartilhado dentro da célula, de modo a proporcionar uma atmosfera de confiança, necessária à transparência. Entendo, no entanto, que essa discrição não proíbe o meu líder de célula de compartilhar informações adequadas ao meu pastor. Entendo que os líderes e os auxiliares trabalham sob a supervisão pastoral e, como resultado disso, devem prestar contas aos pastores desta Igreja, os quais, por sua vez, prestam contas ao Pastor Maior – Jesus Cristo, meu Senhor!” (Hebreus 13.17).

O pacto da prestação de contas (Ezequiel 3.16-21 e Mateus 18.12-20)
“Dou a vocês o direito de questionar-me, confrontar-me e desafiar-me em amor, quando eu estiver falhando em relação à minha vida com Deus, à minha família e ao meu crescimento espiritual (oração, estudo da Palavra, etc.). Confio que vocês serão guiados pelo Espírito quando assim o fizerem. Preciso de sua correção e repreensão, de modo a aperfeiçoar meu ministério, dado por Deus, no meio de vocês. Faço o pacto de não reagir!” (Pv 12.1,15; 30.10,18).

O pacto da assiduidade (Lucas 9.57-62)
“Não entristecerei o Espírito, nem impedirei o seu trabalho na vida dos meus irmãos por minha ausência às reuniões, exceto em caso de emergência. Somente com a permissão dEle, em oração, considerarei a ausência uma possibilidade. Se estiver impossibilitado de comparecer por qualquer razão, em consideração aos irmãos, comunicarei ao meu líder de célula para que todos os membros do grupo saibam o que está acontecendo, para que possam orar por mim e não tenham maiores preocupações comigo”.

O pacto da multiplicação (Mateus 25.31-46)
“Faço o pacto de encontrar meios de me sacrificar por aqueles que se encontram fora da Igreja, da mesma forma fiz a aliança de me sacrificar por vocês, meus irmãos e irmãs. Darei o máximo de mim para trazer dois ou mais incrédulos para a minha célula durante o seu ciclo de vida. Quero fazê-lo em nome de Jesus para que outras pessoas sejam adicionadas ao reino de Deus, por amor a Ele!”

Fonte: Videira
publicado por Antonio Francisco às 23:28
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O Fruto do Espírito e a consolidação

Na consolidação é de fundamental importância que o fruto do Espírito seja manifestado em nós, como consolidadores. O principal ensino para os novos convertidos é o exemplo e por isso devemos expressar através do nosso caráter o FRUTO DO ESPÍRITO aos novos convertidos. Se você está acompanhando um novo convertido lembre-se desta lição: a melhor consolidação é realizada por pessoas que ensinam pela vida, demonstrando o fruto do Espírito.

O Fruto do Espírito – Os dons representam a capacidade ou poder no crente, e o fruto é a representação do caráter: os dois se completam. O fruto do Espírito Santo é um só, mas se manifesta em cada vida, de nove formas diferentes (Gálatas 5:22).

Amor – “Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como Eu vos amei a vós, que também vós vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros” (João 13:34-35).

“De modo que o amor é o cumprimento da Lei” (Romanos 13:9-10).

“Mas o fim desta admoestação é o amor que procede de um coração puro, de uma boa consciência, e de uma fé não fingida; das quais coisas alguns se desviaram, e se entregaram a discursos vãos” (I Timóteo 1: 5-6).

Ao referir-se ao amor, o grego utiliza quatro palavras distintas: Eros (amor sexual), Estorgue (afeto familiar), Fileo (amor entre amigos); Ágape (amor puro e duradouro). É o amor manifestado por Deus e originado nEle. O amor ágape surge no crente a partir da Palavra de Deus que foi depositada em seu coração e que o levou a um novo nascimento (João 15:12-13).

Gozo – O Novo Dicionário Bíblico Ilustrado, diz: “Gozo é o que o homem deseja e busca; encontra-o quando encontra a Deus, e somente o retém na medida que cresce no conhecimento de Deus, o Autor do verdadeiro gozo e de toda boa dádiva” (pág 435). Ou seja, para o autor, Deus é a única fonte de gozo e este vem por Sua vontade como fruto de um relacionamento íntimo, pessoal e contínuo de cada indivíduo com Ele. O homem experimenta o verdadeiro gozo quando, arrependido, volta seus olhos e seu coração para Deus; e é neste momento que o Espírito Santo permite que tal pessoa reconheça o que é viver no Reino de Deus: “Porque o reino de Deus não consiste no comer e no beber, mas na justiça, na paz, e na alegria no Espírito Santo” (Romanos 14.17). O gozo é que permite todo crente permanecer firme em meio à pressão das circunstâncias (Habacuque 3:17-18).

Paz – De um modo geral, a paz pode ser definida como ausência de conflito; entretanto, a verdadeira paz é aquela que se obtém a partir da reconciliação. Quando houver uma situação de conflito entre duas pessoas, nações ou povos, só quando dialogam, concordam e se reconciliem podemos falar que há evidência de paz.

Colossenses 1:19-20: “...Por meio dEle reconciliasse consigo mesmo todas as coisas”.
Romanos 5:1, “Justificados, pois, pela fé, tenhamos paz com Deus”.
Efésios 2:14-15 “De ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio...”
Isaías 9:7: “Do aumento do Seu governo e da paz não haverá fim...”.
Isaías 48:18 “Ah! Se tivesses dado ouvidos aos Meus mandamentos! Então seria a tua paz como um rio, e a tua justiça como as ondas do mar”.

Paciência – A paciência é considerada uma virtude do ser humano, que consiste na disposição de suportar a adversidade de forma voluntária, enquanto se está à espera de algo. Isto implica que o crente suporta as provas sem dar lugar à murmuração. Romanos 5:3-4: “Gloriamo-nos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz perseverança”.
O desenvolvimento da paciência é uma virtude humana emanada de Deus pelo Espírito Santo, que contribui para o fortalecimento do caráter. Para que este objetivo se cumpra, é importante que cada pessoa tenha em conta dois aspectos: a firmeza para suportar os problemas, e a lentidão para vingar-se das ofensas recebidas.

Isaías 53:3-7: “Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a boca”.

I Pedro 2:20-23 “Mas se, quando fazendo o bem e sois afligidos, o suportais com paciência, isso é agradável a Deus”.

Benignidade – Benignidade está associada ao conceito de benevolência, compaixão, misericórdia e piedade. Este fruto do Espírito consiste em tratar os outros como desejamos ser tratados por eles. Mais que uma sugestão, a benignidade é um mandamento de Jesus a Seus discípulos e a nós (Lucas 6:27-31).

Desta passagem são deduzidas várias manifestações do furto da benignidade:
1.Amar os nossos inimigos.
2.Fazer bem aos que nos aborrecem.
3.Abençoar os que nos amaldiçoam.
4.Orar por quem nos calunia.
5.Estar dispostos a suportar (apresentando a outra face).
6.Dar o que nos pretendem tirar.

Bondade – Embora exista relação entre a bondade e a benignidade, a primeira faz referência à maneira como devemos viver, dando testemunho da existência de Deus. Derek Prince expressa: “A bondade de Deus na vida de um crente, confronta o mundo com a existência de Deus”. O conceito bíblico de bondade encerra a idéia de excelência, especialmente no campo moral e se aplica, principalmente a Deus, pois de acordo com as palavras pronunciadas por Jesus, Ele é o único bom. Em Marcos 10:17-18 Jesus disse ao jovem rico: “Por que Me chamas bom? Ninguém é bom, senão um que é Deus”. Em outras palavras: A bondade está firmada no que Deus é e faz, pois é o único em quem encontramos a excelência moral unida à perfeição de Sua honra e de Sua justiça. Romanos 12:21: “Não te deixes vencer o mal, mas vence o mal com o bem”.

Fé – Quem possui o dom da fé move-se facilmente dentro da dimensão do sobrenatural, pode chamar as coisas que não são como se fossem, pode liberar vida onde há morte, pode liberar cura onde há enfermidade, pode trazer a prosperidade onde há escassez. É o meio que Deus usa para trazer avivamento à Igreja, cidades e nações.

Hebreus 11 fala do que é conceber dentro do seu coração um milagre.
Vs. 2. Foi o que ajudou os antigos a passar a prova.
Vs. 3. Traz a renovação do entendimento para que a Palavra de Deus seja revelada.
Vs. 4. Move-nos a dar o nosso melhor para Deus.
Vs. 5. É o único que pode agradar a Deus.
Vs. 6. Deus recompensa grandemente aos que crêem.
Vs. 7. Prepara um ambiente para a salvação de sua família.
Vs. 8. Aprendemos a ouvir a Deus e a obedecê-Lo.
Vs. 9,10. Temos a certeza de que nossa verdadeira cidadania está
em Sua Glória.
V
s. 11. Faz-nos tirar forças da fraqueza.
Vs. 12. Faz-nos pais de multidões.
Vs. 20. Podemos abençoar nossos filhos e nossos discípulos.

Mansidão – A mansidão permite que demonstremos ter força de vontade suficiente, dada pelo Pai, para não nos deixarmos vencer pelas circunstâncias que pode afetar nosso ânimo. A mansidão é uma graça especial do cristão outorgada pelo Espírito Santo e demonstra autoridade em todo aquele que a possui.
Provérbios 16:32: “Melhor é o longânimo do que o valente; e o que domina seu espírito, do que o que toma uma cidade”.
II Timóteo 1:7: “Porque Deus não nos deu o espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação”.
Números 12:3 diz que Moisés era o varão mais manso de toda terra. Para chegar a esse grau de maturidade, teve que ser quebrantado no deserto. Salmos 51:17: “O sacrifício aceitável a Deus é o espírito quebrantado; ao coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus”.

Mateus 5:5: “Bem aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra”.

Domínio Próprio – É uma manifestação do Espírito Santo definida na capacidade de controlar o ânimo superando qualquer fraqueza. O domínio próprio está relacionado com a prudência, como característica do crente guiado pelo Espírito Santo e é demonstrado por um comportamento sábio.

Filipeses 2:12-13: “... efetuai a vossa salvação com temor e tremor; porque Deus é o que o opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a Sua boa vontade”.

O domínio próprio origina-se em Deus e Ele espera que nós o mostremos, tendo controle, o que depende da vontade.

I Coríntios 9:25: “Todo aquele que luta, de tudo se abstém”.
Tiago 1:12: “... receberá a coroa da vida, que Deus prometeu aos que O amam”.
Filipenses 3:14: “... prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial de Deus em Cristo Jesus”.
publicado por Antonio Francisco às 23:21
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O líder de células e seus conflitos

Em nossa Igreja temos enfatizado muito a questão de que cada crente deve ser um líder de célula, porque Deus nos deu uma clara visão a respeito desse assunto e queremos apenas ser obedientes. Então, nos últimos anos, temos treinado centenas de líderes, convictos de que precisamos avançar ainda mais nessa área, porque na visão, liderar uma célula é o princípio da conquista do bairro, da cidade, do estado e da nação inteira.

Jesus é o nosso padrão de liderança eficaz em todas as áreas, e procuramos imprimir esse padrão nos líderes que estamos treinando. Ao contrário de muitos manuais de liderança nos quais se ensina que problemas devem ser driblados, nosso manual – a Palavra infalível de Deus – nos ensina a resolvê-los.

Jesus, o maior líder que já existiu, também foi o que mais problemas, pressões e conflitos enfrentou. Mas Ele venceu cada desafio e saboreou a vitória em cada batalha da Sua vida. Ele é o autor do manual que adotamos, que nos ajuda a suportar as pressões e os conflitos do dia-a-dia, a responder a Deus e a realizar o que Ele nos confiou.

Você que é líder não pode estar inocente quanto às questões de conflitos pelas quais poderá passar. Alguns tipos de resistências são mais comuns e o motivo porque as destacamos é porque desejamos que você seja um obreiro preparado.

Os ataques na mente
Se a mente é um campo de batalhas – e sabemos que é -, a nossa posição é de lutar bravamente pela nossa vitória, a qualquer preço! Infelizmente, muitos líderes aceitam passivamente os bombardeios do inimigo que tenta a todo custo minar a mente do crente – particularmente dos líderes -, lançando dardos inflamados de acusação que produzem desânimo e dúvida.

As perguntas que fazem denotam o grau de contaminação da sua mente:
“Será que fui mesmo chamado para ser um líder?”
“Será que a minha célula vai se multiplicar?”
“Será que sou a pessoa certa para estar à frente desta célula?”
“E se alguém fizer uma pergunta difícil e eu não tiver a resposta?”
“E se eu começar a liderar e o diabo atacar minha família?”

E assim por diante. A verdade é que o propósito do diabo ao lançar dúvidas é influenciar os líderes para que desistam. Ele quer derrubá-los, afastá-los da liderança e do chamado de Deus. Se você passa por quaisquer desses conflitos em sua mente, rejeite-os agora mesmo, no nome de Jesus! Saiba que quem o estabeleceu como líder foi o Senhor, que é também poderoso para livrá-lo das provações.
Se você lidera uma célula apenas – ou ainda não começou a liderar -, e ainda tem dúvidas quanto ao chamado do Senhor para você, ore para que Deus lhe mostre. Ele poderá lhe mostrar pessoalmente, ainda que eu creia que Ele já tem lhe mostrado e você não tenha visto. Afinal, uma boa parte da nossa visão de igreja está alicerçada na premissa de que cada crente é um ministro. Dentro dessa visão, ser líder de célula é o menor dos desafios. Portanto, creia: você foi chamado e é a pessoa certa para a função!

Não aceite acusações sutis do tipo:
“A sua oração não está surtindo efeito!”
“Você não tem unção!”
“Você não consegue consolidar ninguém!”
“A sua célula é a mais fraca da rede!”
“As suas ovelhas são as mais problemáticas!”
E outras do gênero. A Bíblia nos promete que o acusador vai ser expulso naquele Dia (Ap 12.10); mas hoje devemos oferecer a ele resistência implacável, porque nenhuma acusação pode prevalecer contra nós, desde que Jesus nos livrou de toda condenação (Rm 8.1). E é através de nós mesmos que Ele conquistará nossa geração!

A ansiedade por causa da multiplicação
A Palavra de Deus nos diz para não andarmos ansiosos por coisa alguma – e isso inclui a multiplicação da célula. Devemos trabalhar confiantes, no descanso e na dependência do Espírito de Deus.
Claro que isso não significa cruzar os braços e ficar à espera dos resultados, porque temos muito trabalho a ser feito. Mas significa que precisamos primeiro orar, jejuar, ser sensíveis à voz de Deus no nosso espírito e fazer o que nos foi determinado sem preocupações. Ele – o Senhor – vai acrescentar vida às sementes que plantamos e vamos colher o que Ele nos der.

As dificuldades financeiras
Não são poucos os líderes que abandonam a sua liderança de célula motivados por alguma crise financeira. Certamente, se levantarmos um senso na Igreja, somente com a finalidade de verificar a vida financeira dos membros, encontraremos uma minoria que não está passando por algum tipo de crise ou necessidade.
Problemas financeiros parecem gigantes e o serão de fato, se dermos a eles crédito maior que o chamado de Deus para nós. Devemos combater as investidas do diabo nessa área, confessando a Palavra de Deus que garante que o Senhor é o Deus da provisão; que é o nosso pastor e por isso nada nos faltará, que se passamos por aflições, mantendo o bom ânimo, venceremos.
O segredo para rompermos as resistências na área financeira é investirmos em almas. Se você se preocupar em ganhar vidas para o Senhor, experimentará o milagre de Deus em suas finanças!

O medo do fracasso
Infelizmente, muitos líderes têm vivido como reféns do medo. Medo de não serem bem-sucedidos como líderes de células, medo de não conseguirem se multiplicar, medo de serem expostos quando não souberem as respostas para todas as perguntas, medo de orarem por enfermos e a cura não se manifestar, etc.
Medo é uma palavra que não pode existir no dicionário do filho de Deus, principalmente na vida do líder. Maior é aquEle que habita em nós e a Sua Palavra é clara: devemos ser fortes e corajosos! (Js 1.9). Se Ele nos enviou, Ele cuidará das resistências!

Se você já fracassou, isso não importa agora. O que importa é saber que o nosso Deus é o Deus da segunda chance. Levante a cabeça e comece de novo. Prossiga. Líderes bem-sucedidos e realizados no ministério não são os que nunca fracassaram, mas sim, os que usaram o fracasso como uma ponte, e que encontraram do outro lado a vitória os esperando de braços abertos.

A vida de cruz
Também agora o nosso exemplo de vida é o Senhor Jesus. Viver no princípio da cruz diz respeito a lançarmos fora o ego, abrirmos mão da nossa vontade e prazeres em prol do Reino e do nosso próximo.
Para o mundo, “vida de cruz” significa derrota, opróbrio, humilhação. Para nós significa unção, poder e autoridade de Deus – o que, somado, se traduz em abundante vitória.

Jesus foi bem-sucedido em Seu curto ministério, porque sempre escolheu a vontade do Pai. Líderes que vivem sufocados e em conflitos constantes ainda não entenderam que o princípio da vitória é abrir mão da própria vontade para realizar a de Deus.

Todos nós procuramos nos realizar profissionalmente, espiritualmente, no casamento, na criação dos filhos, e também como líderes. O meio de conseguirmos tudo isso – e muito mais – é somente “andando na cruz”.
O apóstolo Paulo pode ser um grande motivador para nós, porque passou por lutas, desafios, obstáculos, problemas e conflitos dos mais diversos (II Co 6.1-10; Fl 4.10-13), mas venceu cada um deles por seu estilo de vida e confiança inabalável no Deus que tem propósito para tudo o que faz. Ele foi um grande líder e teve um ministério bem-sucedido, apesar de tudo.

O grande líder não é o que não é acusado, tentado ou resistido; é, antes, o que tem argumentos eficazes para defender-se e para resistir ao acusador. Um advogado do quilate de Jesus transforma acusador em acusado e acusado em justificado com golpes certeiros extraídos da Sua palavra poderosa.

Tome a decisão de ser um líder confiante, destemido e ousado. De não olhar para as circunstâncias, de não viver por vista. Viva por fé e enfatize o poder de Deus não as dificuldades. Seja obstinado pelo propósito de Deus e dê a vida por Ele! Não há vitória sem luta. Deus escolheu você para esta hora e os membros da sua célula contam com você.

Fonte: Videira
publicado por Antonio Francisco às 23:16
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O que é o encontro

O Encontro é um retiro espiritual, é uma saída para estar a sós com Deus; é algo tremendo na vida de qualquer pessoa que o experimenta, deixando-se ser movido pelo Espírito de Deus.
Não se pode mencionar muitas coisas sobre o Encontro, porque o mesmo traz consigo muitas surpresas e todos os seus participantes comprometem-se a não revelar absolutamente nada do que receberam lá.
Todos devem ir para experimentar pessoalmente o que Deus faz nos Encontros.
 
1. Os benefícios do Encontro:
Após o Encontro temos discípulos:

• Abertos para a unção da multiplicação celular. Abertos para a unção da multiplicação de liderança.
• Libertos de toda e qualquer amarra. O que os impedia de crescer, de envolver-se no Ministério, de dar frutos, as maldições hereditárias e ministeriais, etc.Tudo é quebrado no Encontro, pelo poder do nome de Jesus Cristo. As pessoas tornam-se libertas para produzir frutos abundantemente.
• Curados interiormente. É impressionante ver o quanto a Igreja de Jesus encontra-se presa pelas experiências amargas do passado. Há uma unção tremenda e específica nos Encontros, promotora desta cura em todas as áreas da vida.
• Consolidados completamente, pois compreenderam a visão de Deus ao passarem pelo Encontro. Só após o Encontro estão prontos para ingressarem na Escola de Ministério, através do Curso de Maturidade no Espírito, e para, então, serem discipulados e permanecerem firmes no propósito de servir a Jesus.
 
2. As fases preliminares e posteriores ao Encontro
 
O Encontro divide-se em três fases: Pré-Encontro, Encontro e Pós-Encontro.

2.1. O Pré-Encontro

Após a conversão, o novo convertido será consolidado por seu discipulador e encaminhado a uma reunião de célula.O pré-Encontro é a reunião na célula, sendo cada reunião uma vez por semana, com aproximadamente uma hora de duração. Nessas reuniões haverá estudos específicos para a vida do novo discípulo. Durante as reuniões ele será constantemente motivado a ir ao Encontro. Nessa fase o discípulo será sondado para verificar se realmente houve conversão e/ou encontra-se apto a ir para o Encontro.

2.2. O Pós-Encontro
 
Está subdividido em três reuniões, sendo cada reunião em um dia da mesma semana, na qual são ministradas as lições do Curso das Águas. Após essas lições o recém-convertido é incentivado a se batizar, participando da Festa das Águas. 
Nessas reuniões haverá ministrações específicas sobre como as pessoas poderão se defender das retaliações de satanás, como conservar a libertação, além de firmarem-se mais na doutrina e na comunhão com os irmãos. Só após o pós-encontro o discípulo poderá ser encaminhado para a Escola de Ministério, através do Curso de Maturidade no Espírito. 

Fonte: Videira
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publicado por Antonio Francisco às 23:09
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Porque você deve participar de uma célula

Uma célula é um grupo constituído de cinco a quinze pessoas, reunindo-se semanalmente para aprender como tornar-se uma família, adorar o Senhor, edificar a vida espiritual uns dos outros, orar uns pelos outros e levar pessoas ao Evangelho.

Cada célula deve ter no mínimo cinco pessoas e não deverá ultrapassar o limite de quinze. Os grupos de Moisés eram constituídos de 10 (Ex 18.21) e Jesus liderou doze. Quinze pessoas são o número ideal de membros para uma célula. Quando atingir esse limite, a célula deve se multiplicar.

1. Onde a célula se reúne?
Apesar de preferirmos residências, uma célula pode se reunir também em empresas (na hora do almoço), em escolas, em salões de festas (de condomínios) e em qualquer lugar onde haja um mínimo de silêncio e privacidade. Só não recomendamos reuniões em bares ou lugares semelhantes. Quando a célula não se reunir numa casa, naturalmente não haverá ali a figura do anfitrião. A maioria das nossas células acontecem em residências.

2. Por que uma célula não pode ter mais de quinze pessoas?
Não há tempo suficiente numa reunião para mais de quinze pessoas receberem ministração e compartilharem no grupo. É muito difícil para um líder, mesmo com um auxiliar, apascentar mais de quinze pessoas. Também, as casas, normalmente, não comportam mais do que quinze pessoas numa sala, para uma reunião.

A razão para se limitar o número de pessoas numa reunião de células tem muito a ver com “linhas de comunicação”. “Quando duas pessoas se encontram, existem duas linhas de comunicação. Quando três estão reunidas, existem seis. Se há quatro pessoas reunidas, então temos doze. Se há cinco, o número sobe para vinte, e quando chega a dez, já são noventa linhas de comunicação. Quinze pessoas reunidas resultam em 210 linhas de comunicação, ou seja, a comunicação já não é apropriada”.

3. Cuidado! Isso pode não ser uma célula!
Existem alguns tipos de grupos que não são células. Assim precisamos também saber o que não é uma célula.

a) Grupo de oração
Normalmente esse tipo de grupo é composto de pessoas que têm a seguinte atitude. “O que esse grupo pode fazer por mim?”

b) Grupo de estudo bíblico
O problema deste tipo de grupo é que ele não estimula o compartilhar de necessidade e nem a verdadeira comunhão; pelo contrário, tende a se tornar um grupo restrito e fechado, onde o incrédulo não é bem-vindo.

c) Grupo de discipulado
Este tipo de grupo procura um crescimento espiritual num ambiente fechado e exclusivista.

d) Grupo de cura interior
É um tipo de grupo que usa técnicas da psicologia para buscar cura para os seus traumas emocionais. Todos eles são estéreis, melancólicos e introspectivos.

e) Grupo de apoio
Grupos assim são semelhantes a alcoólicos anônimos: as pessoas se reúnem para falar de seus problemas, vez após vez, semana após semana.

f) Ponto de pregação
Grupos assim têm como deficiência básica o fato de não compartilharem a realidade da vida do Corpo. As pessoas vêm e vão e o grupo é só um ajuntamento.

g) Qualquer grupo com as seguintes características:
Grupo fechado, criado só para as pessoas de um departamento da igreja;
Qualquer grupo que não tenha a multiplicação como objetivo;
Qualquer grupo que não se submeta à liderança geral das células;
Qualquer grupo que seja apenas uma reunião social.
Cuidado! Não se engane! Esses grupos acima não são células!

4. Como é uma célula?
A célula não é um grupo de oração, ainda que a oração seja um dos seus ingredientes básicos. Não é um grupo de discipulado, ainda que o discipulado aconteça espontaneamente. Não é um grupo de estudo bíblico, ainda que a edificação seja forte nas reuniões. Não é um grupo de cura interior, ainda que seja um lugar de restauração. Não é um ponto de pregação, ainda que o objetivo básico de cada célula seja a multiplicação. A célula é um pouco de cada um desses grupos.

A célula da igreja pode ser comparada a uma célula do nosso corpo. A célula não é o corpo todo, mas traz dentro de si todas as informações necessárias para gerar um corpo inteiro. Isto é o que nós chamamos de informação genética.

Nesse contexto, célula é simplesmente uma miniatura da igreja, reunindo-se nas casas. Não existe algo tal como um ministério de células; as células são o lugar onde os ministérios afluem.

A célula é muito maior que a sua reunião. Se a célula só existe no dia da reunião, então não é uma célula, mas apenas um culto caseiro. A célula acontece a semana toda: no supermercado, no shopping, na caminhada, no lazer, nas casas. Sempre que os irmãos se encontram, a célula acontece. A primeira característica da célula é ser comunidade, e não o fato de existir como uma reunião.

a) A célula não é um lugar onde, a cada semana, comparece um grupo diferente de pessoas
Apesar da reunião de célula não ter como objetivo o evangelismo, o visitante será sempre bem-vindo. Na verdade, a célula visa a multiplicação, enquanto a reunião propriamente dita, está voltada para edificação.

Ainda que a reunião não seja evangelística, todo o projeto final da célula visa à multiplicação. Crentes realmente edificados na Palavra são crentes frutíferos. E o lugar adequado para se frutificar é no círculo familiar, na escola, no trabalho. A reunião do grupo funciona como um lugar de treinamento e motivação, para que cada um possa enfrentar, com ousadia, a guerra lá fora.

b) Uma célula possui endereço e dia certo de reunião.
Existem igrejas onde a reunião da célula é feita, a cada semana, na casa de um dos membros do grupo. A nossa experiência, porém, tem demonstrado, que um lugar de reunião definido produz no grupo um senso de identidade, constância e segurança.

c) A célula se reúne regularmente.
A chave para a comunhão é a constância, a regularidade. Não basta ter um lugar de reunião, é preciso que o grupo se reúna numa base regular, semanalmente. Nenhum relacionamento sólido e gratificante pode ser construído sem convivência. É a convivência que vai produzir vínculos de amor, de amizade e de aceitação.

d) A célula é homogênea.
Quando participamos de um grupo que possui as mesmas características gerais peculiares a nós, nos sentimos muito mais à vontade para compartilhar. Em nossa igreja, as células são padronizadas por faixa etária e não por sexo. Assim, temos redes de células de crianças, adolescentes, jovens e casais (mas temos também algumas células mistas).

Fonte: Videira
publicado por Antonio Francisco às 23:01
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Quem somos nós

Somos uma Igreja em células. Nós nascemos assim. Nossa identidade é essa. No começo, éramos um pequeno grupo reunido em uma garagem no Jardim América, em Goiânia. Pela Graça de Deus, como aquela pequena árvore que nasce, cresce, se esparrama pelos lados e logo dá os seus frutos, a Videira cresceu. Não havia dúvidas, o nome já estava escolhido.
Datava o ano de 1997, quando iniciamos o trabalho. Fruto de um desejo intenso no coração e pela visão dada por Deus a um homem, uma igreja estava prestes a nascer. Como Igreja em Células, nosso alvo é sair das quatro paredes. Resgatar o vínculo entre os irmãos e trazer a Igreja para dentro das casas de cada um. Entendemos que cada membro é importante no corpo e cada irmão tem o direito de desenvolver seus dons e ministérios. Em nosso contexto, o líder de célula apenas executa o que ele mesmo recebeu de Deus. E assim se torna apto para cumprir o propósito do Senhor para sua vida.
Como as células do corpo humano, as células da Igreja são minúsculas. Quase não são percebidas, porém, fundamentais. Elas nascem, crescem e, em determinado momento, elas se multiplicam dando vida a outra célula e, desse modo, a Igreja – como o corpo humano - cresce e se estabelece.
Há exemplo de uma grande ave que possui duas asas, a Videira alça vôos tendo por base dois referenciais. Uma asa representa as reuniões de células, nas casas. A outra aponta para o culto de celebração, no prédio da Igreja. Ambas as reuniões são semanais e representam a Vida da Igreja. Nas células, durante a semana, na Igreja, aos sábados e domingos.
O encargo do nosso coração e edificar para Deus uma Igreja vencedora, repleta de pessoas que entenderam o propósito do Senhor para suas vidas e o perseguem com todo o fervor.
Queremos espalhar nossas células por todos os lugares dessa cidade. Todos os bairros, todas as ruas, prédios e condomínios, para que a Palavra de Deus seja pregada com liberdade em todos os lugares. Assim, mais pessoas serão transformadas e vidas mudadas pelo Poder de Deus.
Em todos os finais de semana promovemos encontros com Deus. A pessoa é incentivada a participar de um retiro no qual vai se separar para buscar a Deus, recebendo-o como o Senhor de sua vida.
As pessoas que vão às células sempre são convidadas para participarem dos encontros. Quem foi a encontro e realmente abriu seu coração confessando o nome do Senhor Jesus é transformado milagrosamente pelo poder de Deus. Cada pessoa salva em nossas células e encontros começa um criterioso processo de aprendizagem e amadurecimento ao que denominamos: caminho do vencedor. Nele, a palavra de Deus é ensinada com graça e revelação. Após o encontro, O novo irmão participa de uma celebração, chamada pós-encontro. Em seguida é matriculada em um dos cursos que oferecemos, chamado curso de maturidade no espírito. A terceira etapa é o C. T. L. que vai capacitá-la a liderar uma célula. Que tem desejo em se aprofundar, pode fazer o seminário, que tem duração de dois e meio.
Durante esta trajetória, a pessoa é incentivada a se batizar, num evento chamado de Festa das Águas. A Videira já realizou vários batismos como estes. Entre eles, um batismo histórico que reuniu 12 mil pessoas no Ginásio Goiânia Arena, em 2003. Neste dia, quase três mil pessoas foram batizadas.
Entendemos que ao se batizar, a pessoa firma um compromisso de mudança e de uma nova vida. Em 2004, quase mil jovens foram batizados de uma só vez na Videira de Goiânia.
As células são divididas por idade: Crianças, Juvenis, Adolescentes, Jovens e Adultos. Todos têm seu grupo definido e nele se desenvolvem e amadurecem. A Videira também desenvolve um intenso Trabalho Social de capacitação profissional, reeducação social e distribuição de cestas básicas.
Temos uma escola de música para auxiliar cada célula a descobrir novos talentos em música, artes e teatro. Contudo, nossa ênfase são as pessoas e os grupos familiares, nos quais as pessoas crescem, se desenvolvem e frutificam. A cada ano nós realizamos uma grande Festa da Colheita, na qual as células se multiplicam, dando vida a um novo grupo, que por sua vez irá crescer e também se multiplicar, ganhando mais almas para Jesus.
Por meio deste trabalho paulatino, pragmático e sem grandes alardes, procuramos cumprir o sonho do nosso Senhor e Salvador que é pregar o evangelho e fazer discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do filho e do Espírito Santo.

Fonte: Videira
publicado por Antonio Francisco às 22:52
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Resolvendo problemas na célula

Cada líder enfrentará diversos problemas durante a reunião e na vida do grupo. Normalmente serão pessoas que, pelas suas atitudes, tenderão a obstruir o fluir de Deus no grupo. Para proteger os membros e manter a integridade da célula o líder deve restringir essas atitudes em amor, ciente de que ele está ali, confirmado pela autoridade que lhe foi dada pela Igreja.

1.O membro pecaminoso
A Palavra de Deus diz, em I Coríntios 5.13, que devemos “expulsar de entre nós o malfeitor”. Deus é muito zeloso pela Sua santidade e também é muito zeloso pela santidade da Igreja. Ele não permitirá, de forma alguma, o pecado no meio do Seu povo. Cada líder deve saber que não basta haver crescimento numérico, é preciso haver santidade!
Baseados em I Coríntios 5.11-13, dizemos que seis grupos de pecados não podem ser tolerados:
Impureza – Inclui todos os pecados sexuais
Avareza – É o amor ao dinheiro
Idolatria – Inclui feitiçaria, adivinhação, prognóstico, consulta aos mortos, etc.
Maledicência – Inclui calúnia, difamação, infâmia, mexerico, fofoca, etc.
Bebedice – Toda embriaguez provocada por bebida alcoólica, drogas ou remédios
Furto – Aqui inclui-se: ladrão, assaltante, chantagista, etc.

Como lidar com o pecaminoso?
O membro faltoso deverá primeiro ser admoestado pelo irmão que testemunhou ou tomou conhecimento do erro. Se o faltoso ouvir e abandonar o erro, o pecado deve ser coberto.
Se o membro faltoso voltar a pecar deverá ser admoestado pelo líder da célula, em companhia da testemunha do pecado.
Caso o pecaminoso não mude de conduta e continue no pecado, o líder deve entregar o problema para o discipulador, e este para o pastor. Caso o irmão não ouça também os pastores ele deverá ser convidado a se retirar da célula até que resolva mudar de vida.

2.Aquele que se acha mais espiritual que os outros
O supercrente, certamente, tentará impressionar o grupo com os seus dons e poderes especiais. Ele sempre discorre sobre passagens bíblicas difíceis e assuntos polêmicos. E, se lhe deixarem falar, provavelmente criticará o líder do grupo, ainda que sutilmente, procurando mostrar o quanto é mais capacitado e experiente.

Como lidar com esse tipo de membro?
Na hora do compartilhamento, o líder não deve encorajá-lo a falar muito sobre suas experiências. Deve também procurar redirecionar o assunto e dar oportunidade para outras pessoas opinarem. E quando perceber oportunidade, deve conversar com a pessoa em particular, mostrando-lhe os objetivos do grupo e o quanto ela pode ser útil servindo os irmãos. Sutilmente, coloque-o para servir em algo mais humilde, que trate com o seu EGO.

3.Aquele que é discipulado à distância por líderes de outras igrejas
Normalmente, esse tipo de membro estará sempre se referindo ao conhecimento obtido fora da Igreja e assumindo uma atitude crítica tanto em relação ao grupo quanto ao líder. Tais pessoas podem trazer confusão e, até mesmo, levar a célula a morrer.

Como lidar com esse tipo de membro?
Não permita que alguém com estas características ensine no grupo, muito menos aos novos convertidos. Não admita críticas contra a visão da Igreja, nem comparações com o que acontece em outros lugares. Procure estar com ele a sós, e mostre-lhe a necessidade de ter como discipulador alguém da liderança da Igreja e não pessoas de fora.

4.Pastores que vêm de fora
Depois que a Igreja cresce passa a atrair muitos pastores desgarrados de outras igrejas. Geralmente, eles vão ao grupo e, sutilmente, resistem à autoridade do líder tentando até mesmo controlar a célula. Comumente, se utilizam do título de pastor para causar impressão e ficam indignados quando não são reconhecidos como pregadores.

Como lidar com esse tipo de membro?
O líder não deve se intimidar com o título de pastor ostentado pelo irmão. Ao contrário, deve procurar mostrar-lhe que ele é bem-vindo no grupo, mas somente será reconhecido como pastor ali, depois que a Igreja reconhecê-lo. Cabe também ao líder mostrar ao irmão que em nossa Igreja valorizamos a função e não o título. Por outro lado, o líder não deve permitir que monopolize a Palavra de Deus durante o tempo de compartilhamento.

5.O irmão muito falante
É aquele que procura monopolizar o tempo de compartilhamento. Normalmente opina sobre todos os assuntos, ainda que não os conheça a fundo. Conta longas histórias ou ilustrações que não têm nada a ver com o que está sendo discutido e muda de assunto o tempo todo. É muito imprudente em seus discursos: fala de situações íntimas que não deveriam ser compartilhadas no grupo e, geralmente, mata a reunião quando abre a boca. Este tipo de irmão atrai a antipatia dos irmãos e costuma ser rejeitado.

Como lidar com esse tipo de membro?
O líder deve ajudar o irmão falante a se expressar dirigindo-lhe comentários do tipo: “Parece que você tem experimentado muitas coisas, mas o que gostaríamos de saber é o que Deus falou com você hoje, nesta reunião”. Se ele persistir em sua digressão, o líder deverá confrontá-lo, dizendo: “Para que os outros também possam compartilhar, por favor, resuma a sua conclusão em trinta segundos”. O líder deve mostrar amor e paciência, sem rejeitar o irmão.

6.A pessoa que é antiga na Igreja, mas que ainda não lidera
Normalmente, as pessoas mais antigas que não atingiram posição de liderança tendem a participar do grupo de forma inconstante e sem compromisso. Pessoas desse tipo, quando participam, são difíceis de ser lideradas e sempre pensam que, por serem mais antigas, devem ter uma posição diferente. Comumente são saudosistas e se referem ao passado como “os bons dias”. Por se referir ao passado como sendo melhor que hoje, tais pessoas produzem discórdia no grupo.

Como lidar com esse tipo de membro?
Não se deve dar nenhum tratamento especial a tais pessoas. O líder deve enfatizar, constantemente, que tempo de Igreja não faz de ninguém um líder. No tempo de compartilhamento estimule o tal irmão a falar sobre o que Deus está fazendo em sua vida hoje, e, quais são os seus alvos imediatos em Deus. Desafie-o a entrar na visão e a ser um ministro!

7.O crítico da visão
Tais pessoas inicialmente serão muito sutis, mas no decorrer do tempo expressarão suas opiniões acerca da liderança e da Igreja. Talvez apenas façam expressões de ironia e sarcasmo quando algum líder for mencionado na reunião. Estas pessoas, além de fazerem com que um espírito de divisão e sectarismo penetre no grupo, podem também se tornar um tropeço na vida da Igreja.

Como lidar com esse tipo de membro?
Quando ele expressar suas críticas, o líder deve dizer ao grupo que todos ali têm liberdade para fazer suas críticas; todavia, a célula não é o lugar apropriado para isso. Quem tiver críticas e/ou “sugestões” a fazer, faça-as pessoalmente aos líderes. Se o irmão insistir diga que se todos concordarem anotará as críticas e entregará pessoalmente ao pastor principal. O líder deve mostrar ao grupo que todos têm liberdade de dar sugestões construtivas e trazer novas idéias, mas que as críticas negativas devem ser abolidas.

8.Anfitriões que não são hospitaleiros
O anfitrião é uma pessoa muito importante no contexto da reunião da célula. Um anfitrião que freqüentemente está ausente no dia da reunião, pode ser um grave problema. Existem aqueles que, pela idade e temperamento, tendem a manipular o grupo e se julgam no direito de falar o que bem quiserem, a qualquer hora. Pessoas assim podem impedir o fluir de Deus nas reuniões e, conseqüentemente, destruir o grupo.

Como lidar com esse tipo de membros?
O líder deve admoestá-lo amorosamente e mostrar-lhe o seu papel no grupo. Deve também conscientizá-lo tanto sobre o dom da hospitalidade, quanto sobre os benefícios que, na Bíblia, são prometidos aos que recebem a Igreja em sua casa. Se os problemas continuarem, a única alternativa é mudar o grupo de residência.

9.Crianças destruidoras
Esta é uma situação delicada que o líder deve administrar com muito cuidado e paciência. Uma repreensão pública pode ser danosa e inibir os pais de levar os filhos à reunião. Por outro lado, tolerar por muito tempo o problema pode causar muito desgaste aos anfitriões.

Como lidar com esse tipo de membros?
Se os pais da criança forem novos no grupo todos devem exercitar a paciência e procurar contornar o problema segurando as crianças de uma maneira a demonstrar insatisfação. Caso seja um grupo maduro a melhor alternativa é uma orientação pública sobre o problema. Separe uma reunião para falar sobre o papel de cada um na célula e o dever dos pais de cuidar dos seus filhos.

10.O grupo se recusa a multiplicar
Existem muitas causas para este problema. A primeira é que os membros se tornaram confortáveis demais na companhia uns dos outros. Eles se apegam fortemente a esses relacionamentos e não querem deixá-los. Alguns chamam essa doença de koinonite.

A segunda causa desse problema é que as pessoas experimentaram um grande mover na sua célula e agora temem que esse mover desapareça no novo grupo.

Como lidar com esse tipo de membros?
Nas duas situações mencionadas anteriormente a solução é relembrar a todos a visão da multiplicação e mostrar-lhes a necessidade da salvação das vidas. Todos precisam estar cientes de que a unção é boa; mas que ela existe para o propósito da multiplicação. A comunhão é boa, mas também só tem sentido quando gera fecundidade e produz filhos.

11.A maioria dos membros da célula não está indo à celebração de domingo
Depois que uma Igreja transiciona-se completamente para o modelo de igreja em células, um fenômeno poderá ocorrer: as pessoas começarão a preferir as reuniões da célula que as reuniões de celebração aos domingos. Os motivos podem ser muitos, mas o mais comum é a distância. Na medida que a Igreja cresce as células vão ficando cada vez mais distantes. Mas, às vezes, a causa é que não há estacionamento no prédio da igreja, o trânsito é ruim, os cultos são muito lotados e até mesmo o horário do culto pode ser um problema numa área particularmente perigosa.
Como lidar?

O líder deve observar se essa situação é fruto de descompromisso com a igreja local. Se esse for o caso os membros devem ser seriamente exortados.

Todavia, se a causa for qualquer um dos motivos mencionados, não há muito o que fazer. Toda igreja precisa crescer em quantidade, qualidade e também em estrutura física.

Fonte: Videira

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publicado por Antonio Francisco às 22:44
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Ser aprovado

Nesses últimos dias o mundo todo assistiu aos Jogos Olímpicos, na Grécia. Atletas do mundo inteiro ali se apresentaram para disputar com representantes de outros países e demonstrar sua capacidade em determinada modalidade de esporte e até mesmo superar recordes. É o resultado de intenso trabalho de disciplina e determinação não só de um atleta, mas de toda a sua equipe. Cada um se esforçando ao máximo para a conquista de uma medalha, e assim fazer história para o seu país. É um espetáculo majestoso de cores, movimento, suavidade e garra. Milhares torcem, gritam, apóiam seu representante. É uma festa linda!

O mesmo ocorre na vida cristã. Há um prêmio. Há treinamento e disciplina para a conquista dos alvos que estão à frente. Quando chega o dia da apresentação ou da disputa, há torcida da Igreja, dos anjos, do Senhor, por nós. E assim, no perpassar da vida, recebemos dos céus todo o equipamento necessário para a vitória cabal nas apresentações que nos aguardam. O Espírito Santo nos capacita para a vitória. A Palavra bendita nos dá todas as instruções infalíveis para a conquista das medalhas. A doce presença do Senhor nos anima, nos ensina, nos renova as forças e fortalece todo o nosso ser para prosseguirmos até o fim.

Vá em frente, meu irmão! Seja vitorioso em cada luta. Seja firme e constante na obra do Senhor e fiel ao que te chamou para a batalha. E ore. E busque a face do Rei. E honre ao Salvador, que nos diz: “Sê fiel até a morte e eu te darei a coroa da vida” (Ap 2:10b).

Fonte: Videira
publicado por Antonio Francisco às 22:38
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Quarta-feira, 4 de Abril de 2007

O compartilhamento da palavra

A Reunião da Célula

O período de compartilhamento é fundamental para a edificação dos membros do grupo. Nesse momento, o líder deve pedir que cada irmão compartilhe aquilo que Deus falou com ele durante a ministração da Palavra ou algo que tem acontecido em sua vida nesses dias. O alvo é que cada um possa compartilhar o que ouviu de Deus, e se está ou não praticando o que foi ministrado. Todos devem falar, ainda que por poucos minutos.

1. Diretrizes para o compartilhamento da Palavra:

a) Não pressione ninguém a orar, falar ou compartilhar. Estimule as pessoas, mas não as pressione. Isso pode afastá-las do grupo.

b) Não deixe que os irmãos aproveitem a oportunidade para falar de assuntos irrelevantes. Cada um deve compartilhar somente o que Deus falou consigo através da Palavra ministrada no dia ou sobre algo que ele está enfrentando em sua vida prática.

c) Estimule o compartilhamento de problemas e lutas pessoais com o grupo. Onde há honestidade os vínculos são firmados. Tenha o bom senso de perceber os limites de detalhes das confidências compartilhadas.

d) Todo testemunho deve ser para edificar e motivar o grupo. Desestimule toda palavra negativa e pessimista.

e) Nunca permita discussões doutrinárias. O momento não é para debater doutrina, mas para relatar vivências pessoais.

f) Não deixe que uma pessoa monopolize esse tempo falando excessivamente.

g) Não permita que um irmão exponha a falha de outro. Cada um deve falar somente dos seus próprios pecados, suas próprias lutas e fracassos

h) Não tente ter todas as respostas. Uma vez que alguém fala uma pergunta, não se julgue na obrigação de ter que dar uma resposta. Caso não saiba, diga que vai perguntar a um dos pastores e depois trará a resposta ao grupo.

i) A regra geral para o líder é: esteja sempre alegre e bem humorado nas reuniões. Isto libera a tensão, relaxa o corpo e descansa o nosso espírito. Todo o grupo se ressente de um líder constantemente melancólico.

j) Lembre-se sempre de deixar o Espírito dirigir a reunião. Deus pode usar alguém nesse momento de compartilhamento e dar uma virada na reunião. Seja sensível a isso.

2. A melhor forma de conduzir o compartilhamento é fazendo perguntas aos membros.
As pessoas estão mais interessadas no que elas têm a dizer do que no que elas têm de ouvir. Por isso, a melhor forma de estimular o compartilhamento na célula é fazendo perguntas. No final de cada Palavra, escreva algumas perguntas para facilitar o compartilhamento do grupo.

a) Perguntas envolvem o grupo
Quando não há envolvimento, não há discipulado. Quando não há envolvimento, não há mudança. Quando não há envolvimento, não há instrução e ensino. É impossível envolver pessoas sem fazer-lhes perguntas! O líder precisa trabalhar para que cada membro da célula compartilhe algo significativo com o grupo a cada semana.

b) Perguntas edificam relacionamentos
A célula possui muitos objetivos, e um deles é a edificação de relacionamentos e vínculos de amor. Boas perguntas ajudam o grupo a se conhecer e aprofundar os vínculos. Quando respondemos perguntas falamos de nós mesmos e nos damos a conhecer. Quando somos conhecidos e conhecemos os outros, os medos e constrangimentos desaparecem.

c) Perguntas nos ajudam a descobrir as necessidades da célula
Os líderes precisam conhecer o nível espiritual de cada membro e quais as suas necessidades mais urgentes. Essas informações são claramente fornecidas quando as pessoas respondem às perguntas. As perguntas revelam o grau de maturidade do grupo. Não é possível haver compartilhamento na célula sem perguntas.

3. Como elaborar boas perguntas
Todo líder de célula precisa ser um especialista na arte de formular perguntas. Não podemos deixar nenhuma pessoa excluída do compartilhamento e as perguntas são a melhor forma de envolvê-las.

a) Boas perguntas são amplas
Nunca faça uma pergunta cuja resposta seja simplesmente sim ou não. Uma boa pergunta deve estimular o compartilhamento e não bloqueá-lo.

b) Boas perguntas não inibem a resposta
Um líder resolve perguntar para alguém: “você crê na Bíblia, não crê? Esta é uma pergunta repressora que já traz a resposta que esperamos que a pessoa nos dê.

c) Boas perguntas estimulam a honestidade
É melhor perguntar: “O quê?”, ‘Qual?”, ou “Como?”, do que perguntar “porquê”. É melhor perguntar, por exemplo, “Como você se sentiu?”, do que “Por que você sentiu?”

Respostas aos porquês são difíceis e quase sempre polêmicas. Mas, quando perguntamos: “O quê?”, “Qual?” ou “Como”?, a resposta é quase sempre pessoal e prática; é um estímulo à honestidade.

d) Boas perguntas produzem novas perguntas
Perguntas amplas estimulam as opiniões e as experiências, além de favorecerem o pensamento e aprendizagem. Se depois de perguntar algo a alguém o compartilhamento acaba, então a nossa pergunta não foi feliz.

4. A honestidade na célula
Um dos objetivos do compartilhamento é que as pessoas possam também abrir eventuais dificuldades pessoais e buscar ajuda no grupo. Somos perdoados quando confessamos nossos pecados a Deus; mas somos curados quando também confessamos aos nossos irmãos.

Sua tarefa como líder de célula é criar um ambiente onde as pessoas possam ser honestas e encontrar ajuda para sua dificuldade. Procure eliminar toda barreira à honestidade em sua célula. Veja como você pode estimular a honestidade na célula.

a) Estimule um ambiente adequado
Os membros da célula estão mais interessados em discutir teologia do que se envolver com vidas carentes do amor de Deus? Estão mais interessados na festividade do que nas pessoas? Crie, então, um ambiente que valorize as pessoas e suas necessidades.

b) Ensine as pessoas a serem sensíveis
Uma das maiores barreiras à honestidade surge quando pensamos que somos os únicos com problemas. Quando estamos numa batalha e ninguém se solidariza conosco, a tendência é nos sentirmos os piores e mais fracos da igreja. Sempre que alguém estiver em dificuldade, solidarize-se com ele, compartilhando algo pessoal também.

c) Não permita, na célula, a presença dos “amigos de Jó”
Eventualmente, alguns irmãos bem intencionados, são muito rápidos em oferecer diagnósticos. E assim, ao invés de ajudar-nos, acusam-nos, dizendo: “Você não tem orado o suficiente “ou “O diabo está oprimindo você”, etc. Tais comentários até podem ser verdadeiros, mas precisam ser expostos de forma a não produzir fardo e acusação.

Há pessoas que não expõem suas dificuldades financeiras, por temor de serem acusadas de infidelidade nos dízimos e nas ofertas. Outras carregam enfermidades sozinhas com receio de alguém afirmar que aquela doença é castigo de Deus, por algum pecado oculto e não-confessado. O que não falta em nosso meio são os “amigos de Jó”. Estão sempre prontos a dizer: “Se não houvesse pecado na sua vida, você não estaria assim”.

5. Não permita inconfidências
Uma das maiores barreiras à honestidade é o medo das fofocas. Se as pessoas perceberem que algum membro da célula não é confiável elas jamais se abrirão ali honestamente.

Os momentos de uma reunião da célula
Envolvimento ou quebra-gelo
Louvor e adoração
Edificação na Palavra
Compartilhamento
Oração pelas necessidades
Comunhão
Apelo evangelístico

Um formato simples de reunião
1. Coloque as cadeiras em forma de círculo;
2. Apresente os visitantes, quando houver;
3. Use uma forma de “quebra-gelo”;
4. Testemunhe alguns motivos de louvor;
5. Ministre a Palavra para aquela reunião;
6. Facilite a conversa no compartilhamento;
7. Compartilhe a “visão do grupo”;
8. Ore pelas pessoas necessitadas;
9. Faça um apelo para salvação;
10. Termine com um lanche.

Fonte: Igreja Videira
publicado por Antonio Francisco às 16:20
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Segunda-feira, 2 de Abril de 2007

Com que se parece a igreja em células?

por Ralph Neighbour

O corpo humano é composto de milhões de células, a unidade básica de vida. Semelhantemente, as células formam a unidade básica da igreja em células. Os crentes procuram ativamente relacionamentos com Deus, uns com os outros e com os não crentes em células de cinco a quinze pessoas. Esses relacionamentos estimulam cada membro a alcançar a maturidade na adoração, na edificação mútua e no evangelismo. Isso é comunidade...

Com base no princípio de que todos os cristãos são ministros e que a obra do ministério deveria ser realizada por todos os cristãos, a igreja em células procura ativamente desenvolver cada discípulo na semelhança de Cristo. As células são o fórum para o ministério, treinamento e evangelismo.

As células também se encontram para as reuniões semanais ou quinzenais nas "congregações" e para as "celebrações". Embora essas reuniões sejam importantes, o foco da igreja está voltado para os encontros semanais das células nas casas. Por qual motivo? Porque é na célula que o amor, a comunidade, os relacionamentos, o ministério e o evangelismo brotam naturalmente e poderosamente. Portanto, a vida da igreja está nas células, não em um prédio (santuário). A igreja é um ser dinâmico, orgânico e espiritual que só pode ser vivenciado na vida dos crentes em comunidade.

Extraído do livro: "A Segunda Reforma" - William A. Beckham (Ministério Igreja em Células - 1ª edição 2007 - Pág. 39).

 

publicado por Antonio Francisco às 15:42
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